terça-feira, 3 de novembro de 2009

Lúcio Monteiro de Castro - Tópicos de Enfermagem

Lúcio Monteiro de Castro tem experiência em cuidados com idosos com traqueostomia, sonda urinária e gastrostomia bem como na ministração de medicamentos e a preparação das dietas.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Foto sonda urinária


Foto gastrostomia


Foto traqueostomia


Sonda nasal (oxigenoterapia)

É a aplicação de oxigênio nos pulmões por meio de um cateter nasal, para auxiliar na respiração do paciente. É uma sonda monouso para oxigenoterapia tradicional, com tubo indeformável, para a administração de oxigênio terapêutico humidificado, por via nasal. Deve-se introduzir nas narinas os terminais respectivos do distribuidor nasal, manter os terminais do distribuidor nasal em posição e passar o tubo da direita e da esquerda à volta dos pavilhões auriculares e descer até a região submentoniana e regular a tensão com o anel de posicionamento.

Sonda Urinária ou Sonda Uretral

A sonda uretral também é utilizada no pós-cirúrgico para drenar a urina. Deve-se utilizar uma técnica especial para evitar que o paciente tenha uma infecção urinária. Os meios são sondas estéreis, o tópico e o degermante.

Gastrostomia

A gastrostomia é também chamada de jejunostomia e é um procedimento cirúrgico para a fixação da sonda alimentar. Um orifício artificial é feito na altura do estômago (gastrostomia) ou na altura do jejuno (jejunostomia). Esta cirurgia é realizada nos pacientes idosos ou jovens que perderam temporária ou definitivamente a capacidade de deglutir os alimentos, que pode ser causa de lesões cerebrais graves ou transtornos do trato gastrointestinal superior. O tubo de alimentação de jejunostomia é inserido diretamente após a gastrostomia, no jejuno (parte do intestino delgado). A gastrostomia ou jejunostomia pode facilitar bastante a alimentação dos idosos com incapacidade de deglutir os alimentos, melhorando a qualidade de vida.

Traqueostomia

A traqueostomia é um procedimento cirúrgico no pescoço que estabelece um orifício artificial na traquéia, abaixo da laringe. O processo da traqueostomia é simples. O pescoço do paciente é limpo e coberto e são feitas incisões para expor os anéis cartilaginosos que formam a parede externa da traquéia. O cirurgião corta dois desses anéis e insere nesse orifício uma cânula que pode ser de plástico ou de metal, que permite uma comunicação entre a traquéia e a região do pescoço. Ela pode ser temporária ou permanente, dependendo de sua finalidade. O trabalho do fisioterapeuta em pacientes traqueostomizados, é manter a via aérea respiratória livre e diminuir o risco de infecção respiratória.